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Seleção brasileira de futebol feminino segue treinando para buscar inédito ouro Olímpico

01 de Agosto de 2016

 

 Brasília,  01 de agosto de 2016

REPÓRTER 1: Olá, meu nome é João Paulo Machado, aqui comigo, Bruna Goularte, confira os destaques desta edição

REPÓRTER 2: Seleção brasileira de futebol feminino segue treinando para buscar o inédito ouro Olímpico.

REPÓRTER 1: Atletas do time de refugiados chegam ao Rio de Janeiro para a disputa dos Jogos

 

REPÓRTER 2: Com chances de medalha, bicampeão Olímpico, Robert Scheidt, vai disputar no Rio, a sexta olimpíada da carreira.

 

VINHETA

 

REPÓRTER 1: Em busca do inédito ouro olímpico, a seleção brasileira de futebol feminino vai estrear nos jogos Rio 2016, no dia três de agosto, antes mesmo da cerimônia de abertura da competição, que ocorre no dia cinco.

REPÓRTER 2: Por isso, as meninas da Seleção já estão controlando a ansiedade para o jogo de estréia contra a China, na próxima quarta, às quatro da tarde, no estádio Engenhão, no Rio de Janeiro. A zagueira Bruna Benites, falou sobre essa ansiedade.

 

SONORA: Bruna Benites, jogadora

 

“A gente está treinando com a cabeça tranquila. É lógico que tem uma ansiedade de começar logo, mas acho que tem que ser uma ansiedade boa, sem afobação”.

REPÓRTER 1: A volante Thaisa Moreno, estreante em Jogos Olímpicos, garante que o Brasil está preparado para buscar a medalha de ouro.

 

SONORA: Thaisa Moreno, jogadora

 

“São dois anos de preparação, então tenho certeza que a gente vai conseguir trazer essa medalha de ouro. A preparação tem sido muito bem feita”.

REPÓRTER 2: Além da China, o Brasil ainda vai enfrentar na primeira fase do torneio, a Suécia, no dia seis, também no estádio Engenhão, e a África do Sul, no dia nove, em Manaus, no Amazonas.

 

VINHETA:

 

REPÓRTER 1: Cinco atletas do Sudão do Sul, que fazem parte da primeira equipe de atletas refugiados da história dos Jogos Olímpicos chegaram ao Rio de Janeiro, nesta sexta-feira.

REPÓRTER 2: Os atletas, duas mulheres e três homens, que atualmente vivem no Quênia, vão disputar diferentes modalidades de corrida nas competições de atletismo.

REPÓRTER 1: A equipe de atletas refugiados é uma iniciativa do Comitê Olímpico Internacional, apoiada pela Agência da ONU para Refugiados. Durante os Jogos, os atletas vão disputar as competições empunhando a bandeira Olímpica.

 

VINHETA

 

REPÓRTER 1: Um dos maiores nomes da história do esporte olímpico brasileiro, o velejador Robert Scheidt, vai disputar no Rio de Janeiro, aos 43 anos de idade, a sexta olimpíada da carreira.

REPÓRTER 2: Durante o treinamentos na Bahia de Guanabara, Robert Scheidt falou sobre a expectativa para os Jogos.

 

SONORA: Robert Scheidt, velejador

“Hoje eu estou aqui com 43, com boas chances de brigar por uma medalha. Então, eu vejo isso como um privilégio. Poder chegar na minha sexta Olimpíadas, competindo na classe laser, que é uma classe que exige tanto”.

REPÓRTER 1: Robert Scheidt que já teve a honra de ser porta-bandeira do Brasil, nos Jogos de Pequim, em 2008, foi indicado pelo Comitê Olímpico do Brasil para participar de uma votação popular que vai escolher o Porta-bandeira da delegação brasileira, neste ano.

REPÓRTER 2: O velejador, disputa a preferência do público ao lado da pentatleta Yane Marques e do líbero da Seleção Brasileira de vôlei Serginho. Scheidt fala sobre como será a honra de empunhar a bandeira, caso seja escolhido.

 

SONORA: Robert Scheidt, velejador

 

“Entrar com a bandeira do Brasil é um momento mágico para qualquer atleta, representar, estar ali com a bandeira do Brasil, entrar no estádio, em uma olimpíada em casa”.

REPÓRTER 1: A votação para a escolha do porta-bandeira do Brasil está sendo feita através do site globoesporte.com/rio2016. Os torcedores podem votar até o próximo domingo, dia 31.

 

SOBE SOM

 

REPÓRTER 2: O Brasil Olímpico desta semana fica por aqui.

REPÓRTER 1 : Até a semana que vem, tchau!

 

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