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00:00:00 | 03 de Março
Melhora nas estimativas econômicas é reflexo de avanço das reformas
Com a melhora da economia brasileira, a equipe econômica do Governo do Brasil trabalha com uma expectativa ainda mais positiva para o cenário econômico. Diante das reformas e da melhora dos indicadores econômicos, a estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) avance mais nos próximos anos, com juros e inflação ainda menores.
Durante entrevista nesta quinta-feira (14), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, revisou de 0,5% para 1,1% a estimativa para o PIB em 2017 e subiu de 2% para 3% a projeção para o próximo ano. Segundo ele, isso é reflexo da recuperação que vem ocorrendo na economia nos últimos meses e que veio como resultado das reformas econômicas.
Além disso, a revisão mostra um reflexo da atual trajetória e expectativa para economia brasileira, que, após a mais dura recessão da história, passa a apontar para um horizonte bem mais positivo. Com a melhora nos investimentos e o aumento do consumo e da confiança, a economia brasileira entrou em rota da recuperação.
O cenário pode ser explicado por um conjunto de fatores positivos, conforme salientou o próprio ministro da Fazenda. Isso porque, em um curto período de tempo - pouco mais de um ano - o Brasil encarou uma guinada da política econômica, mais responsável e certeira, que levou à aprovação de medidas estruturais.
Medidas como o limite para os gastos públicos, o novo marco regulatório do pré-sal, a modernização trabalhista, entre outras foram determinantes para criar um ambiente positivo na economia, gerando resultados concretos. Prova disso é a taxa básica de juros, que caiu na mesma medida que a inflação.
Esse cenário foi determinante para que as empresas reduzissem seu endividamento e voltassem a investir no Brasil. Com juros em queda e mais poder de compra, os empréstimos e financiamentos ficam mais baratos, tanto para as empresas quanto para o restante da população. Isso, na prática, ajuda a manter os investimentos no Brasil e a condicionar o crescimento nos setores econômicos.
Riscos
Contudo, Meirelles alerta que esse cenário ficará pior caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Isso porque as contas públicas continuariam desorganizadas, o que abalaria a confiança de investidores e empresários, gerando um efeito negativo em toda a economia.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central fez uma alerta nesse sentido. De acordo com a diretoria da instituição, a conclusão das reformas é imprescindível para que a economia consolide a retomada e que os juros continuem em níveis positivos.
Fonte: Governo do Brasil