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Número de cirurgias cresce quase 15% em 2016 no Hospital Regional de Extrema, apontam dados do governo de Rondônia

26 de Janeiro de 2017

 Cresceu 14,56% o número de cirurgias de média e alta complexidade no Hospital Regional de Extrema (HRE), unidade localizada na divisa de Rondônia com o Acre. Os dados, que fazem o comparativo entre os anos de 2015 e 2016, foram divulgados nessa  em amplo relatório entregue pela direção-geral da unidade de saúde à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

De acordo com o levantamento feito pelo setor de estatísticas do hospital, de janeiro a dezembro de 2015 foram realizadas 805 intervenções cirúrgicas. Em 2016, o número saltou para 922, com maior demanda registrada em agosto, com 105.

Desse total, 389 procedimentos foram feitos em moradores da Ponta do Abunã – Extrema, Abunã, Fortaleza do Abunã e Nova Califórnia, demonstram os gráficos com dados coletados durante os dois anos. Extrema aparece em primeiro, com 283 procedimentos cirúrgicos.

Em relação às outras cidades de Rondônia, o crescimento em cirurgias saltou para 28,57%. Foram realizados 245 procedimentos em 2015 contra 315 no ano passado. Uma marca comemorada pela Secretaria Estadual Saúde (Sesau), que confirma o resultado positivo da descentralização do atendimento implantado pelo governo de Rondônia.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, os dados comprovam a qualidade, a resolutividade e confiança da população em buscar atendimento no HRE. A estratégia adotada pelo governo de ter a unidade de saúde como retaguarda dos hospitais de Porto Velho, principalmente o João Paulo II – referência no atendimento de urgência e emergência em Rondônia -, está indo além, já que pacientes de diversos pontos do estado estão obtendo resposta em Extrema. Isso, na avaliação do secretário, consolida a unidade como retaguarda e desafoga as unidades da capital.

Além dos pacientes da Ponta do Abunã – região que abriga todos os distritos de Porto Velho ao longo da BR-364 -, o hospital atende ainda a pacientes dos Estados do Acre, que obteve um crescimento 4,19% em relação a 2015; e Amazonas, que cresceu 25% em comparação com os procedimentos realizados em 2015.

Dos municípios do Acre atendidos pela unidade hospitalar de Extrema, a cidade de Plácido de Castro lidera o ranking. Os dados mostram que até a capital do Acre, Rio Branco, manda pacientes para o HRE.

De acordo com Antonio Medeiros, diretor-geral do Hospital Regional de Extrema, o crescimento da demanda está ligado diretamente à melhoria da qualidade dos serviços oferecidos pelo governo de Rondônia. Ele destacou o salto na qualidade dos serviços, a acolhida feita pelos profissionais e o tratamento humanizado, marca do atual governo, segundo Medeiros.

Com os investimentos feitos pelo estado, a unidade ganhou moderna estrutura que vem permitindo a ampliação do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o secretário Pimentel, o regional de Extrema faz parte do programa de descentralização do atendimento iniciado pelo governo de Rondônia.

“A meta é oferecer o maior volume de serviços possíveis aos pacientes da região para evitar o colapso do atendimento em unidades de Porto Velho”, explicou.

 

TIPOS DE CIRURGIAS

Segundo o secretário Pimentel, a unidade está preparada para realizar procedimentos de baixa e média complexidades, inclusive cirurgias ortopédicas. De acordo com dados do setor de estatísticas, as cirurgias mais realizadas no ano passado foram: colecistectomia – a retirada cirúrgica da vesícula biliar -, com 209 procedimentos; hérnia, com 166; e cesariana, com 133 procedimentos.

ESTRUTURA

Em várias avaliações feitas pelo Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) o avanço na unidade de saúde foi comprovado. Nas inspeções são destacadas, de forma positiva, as partes física e administrativa: recepção com cadeiras apropriadas para espera, área para registro de pacientes, sala de atendimento médico, instalações sanitárias adequadas e adaptadas para pessoas portadoras de necessidades especiais, sala de emergência bem equipada, enfermaria masculina com sete leitos, enfermaria feminina com oito leitos, além de equipamentos modernos, e medicamentos em estoque.

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