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Governador de Rondônia diz que Brasil precisa parar com concursos e acabar com estabilidade no serviço público

11 de Agosto de 2017

Embora já tenha apresentado diversas advertências aos membros de sua gestão, incluindo agentes do alto escalão do governo, Moura, aparentemente, não tem encontrado ressonância em suas próprias palavras.

Na reta final de seu penúltimo ano de governo, o peemedebista Confúcio Moura tem utilizado seu blog particular com assiduidade e “acidez” textual cada vez maiores.

O assunto recorrente é a contenção de despesas, economia, necessidade de “apertar os cintos”. Embora já tenha apresentado diversas advertências aos membros de sua gestão, incluindo agentes do alto escalão do governo, Moura, aparentemente, não tem encontrado ressonância em suas próprias palavras.

Nesta terça-feira (02), no artigo intitulado “Brasil: não é querer ser, mas, fazer ser”, o chefe do Executivo apresentou sua própria fórmula para fazer o Brasil deslanchar. Há, entre as opções apresentadas, medidas controversas, como o Estado parar de contratar através de concursos e, ainda, a extinção da estabilidade nos empregos públicos, conquistada por quesitos como direito adquirido e segurança jurídica.

“Todo mundo quer aposentar novo. Mesmo não contribuindo. O país vai ficando desbalanceado. Como caminhão com o pino centro quebrado. O que fazer? Parar com concursos públicos. Terceirizar serviços meios. Acabar com estabilidade no emprego público. Entregar gestão de teatros, hospitais para organizações sociais. Até mesmo escolas, de maneira progressiva. Credenciar serviços de terceiros, especializados para licenciamentos e auditorias. Gestão privada por concessão para unidades de conservação”, disse Confúcio, “chutando o balde”.

Em seguida, pontuou:

“Rever cláusulas pétreas da Constituição. E ajustar os direitos à realidade financeira do Estado. Os presidiários trabalharem para pagamento de suas despesas nas cadeias. Rever a gratuidade do ensino universitário nas universidades consideradas públicas”, concluiu o governador que, aparentemente, já fala em tom de legislador, como se apresentasse as primeiras intenções para 2018, quando da desocupação do Palácio Rio Madeira.

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