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Polícia só chegou ao assassino de Naiara porque criminoso cometeu erro determinante

19 de Julho de 2013

Fontes da Polícia Civil de Rondônia revelaram que só foi possível a prisão de Marcos Antônio Chaves da Silva – o estuprador confesso e suposto assassino da jovem Naiara Karine Costa – porque o criminoso cometeu um erro determinante.


Porto Velho, RO – 
Fontes da Polícia Civil de Rondônia revelaram que só foi possível a prisão de Marcos Antônio Chaves da Silva – o estuprador confesso e suposto assassino da jovem Naiara Karine Costa – porque o criminoso cometeu um erro determinante. 

Sádico, Marcos Antônio filmou um vídeo com celular da vítima com apenas 24 segundos de duração; após praticar a violência sexual, o estuprador tentou se livrar da prova, lançando o aparelho telefônico no igarapé. 

O telefone caiu longe da água, cerca de cem metros de distância e só por isso foi possível confrontar as provas técnicas obtidas em imagens com as tatuagens em seu corpo. Os policiais chegaram até o local do crime por conta do GPS que ainda funcionava no aparelho celular da vítima.

CRUEL E SEM PIEDADE 

O vídeo por si só seria pouco conclusivo para as investigações, mas, enviado à Brasília para a Polícia Federal, foi possível desmembrá-lo em mais de 750 frames, ou seja, quase mil imagens daquele curto trecho de vinte e quatro segundos. As fotos foram analisadas exaustivamente, uma por uma, pelos agentes envolvidos nas investigações. 

As fontes relatam, inclusive, que não havia áudio na gravação e, em decorrência disso, só foi possível detectar poucas falas por leitura labial. Em determinado momento, Naiara pede a Marcos Antônio que prometa a ela que a deixará ir. Não deixou. 

ESPÍRITA E SENSITIVO

Ao ser preso, Silva chegou a dizer aos policiais que já sabia que seria pego naquele dia. Questionado, limitou-se a dizer: 

“ – Porque sou espírita e sensitivo”, afirmou. 

DIGITAIS

Além disso, a Polícia Civil, durante as investigações, também conseguiu colher as impressões digitais no celular deixado para trás como prova visceral para elucidação do caso. Outra prova crucial extraída do mesmo material esquecido pelo maníaco.

FAMÍLIA NUNCA DESISTIU... E NEM A POLÍCIA


O pai de Naiara, Paulo Costa, ia, segundo relatos, todos os dias à Delegacia de Patrimônio saber em que pé estavam as investigações. 

“ – Nunca desistiu e nem duvidava do trabalho da Polícia”, disse a fonte. 

Ele também foi um dos maiores responsáveis pela Caminhada Contra Violência, realizada em Porto Velho no dia 23 de março, e que reuniu, além da família de Naiara, outras pessoas vítimas de crimes brutais e violência gratuita. 

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A Polícia Civil também não largou o caso. Foram investigadas mais de cento e cinquenta pessoas durante o período do crime à prisão de Marcos Antônio.

 

Autor:  Rondoniadinamica

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