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Operação Ajuricaba: empresa desviou R$ 32 milhões da Casa do Índio de RO

19 de Novembro de 2014

  

Polícia Federal apreendeu mais de R$ 300 mil em casa de empresário.
Duas empresas de alimentação são investigadas por superfaturar notas.

 A Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) divulgaram nesta terça-feira (18) que uma empresa responsável pelo fornecimento de refeições à Casa de Apoio ao Índio (Casai) em Rondoniarecebeu, por meio de notas fraudulentas, cerca de R$ 32 milhões em quatro anos. A estimativa é que, por ano, eram desviados cerca de R$ 5 milhões. O nome da empresa não foi divulgado. O esquema foi descoberto na Operação Ajuricaba, que investigou fraudes em contratos administrativos de prestação de serviço de alimentação a indígenas no estado.

 

 Segundo o superintendente da PF, Carlos Manoel Gaia da Costa, a operação ainda está em fase de cumprimento de mandados de busca e apreensão de funcionários da Casai e de duas empresas que estão sendo investigadas, a que recebeu os R$ 32 milhões e mais uma. "Recebemos denúncias anônimas e hoje foi deflagrada a Operação Ajuricaba com o objetivo desarticular a quadrilha especializada em desvios de recursos públicos", informou.

De acordo com o assessor de operações especiais da CGU, Wagner de Campos Rosário, as fraudes estão ligadas aos valores de notas fiscais que não condizem com os valores declarados pela Casai. "Verificamos que os valores pagos não batiam com os valores declarados. Nós buscamos obter mais informações para que possamos quantificar os prejuízo e identificar melhor a fraude", explicou Wagner.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 6 mandados de condução coercitiva nos municípios de Guajará-Mirim(RO), Ji-Parana (RO), Cacoal (RO), Porto Velho e Humaitá (AM). Durante as buscas, foram aprendidos mais de R$ 300 mil em espécie, na casa de um empresário envolvido nos desvios.

A PF tem 30 dias para concluir o inquérito. As penas para os envolvidos no esquema, caso os crimes sejam comprovados, variam de 4 a 12 anos de prisão. "Com os documentos apreendidos e ouvindo as pessoas, com certeza, nós vamos poder pedir prisões no futuro", declarou Carlos da Costa.

 

 

 Fonte: G1/RO

 

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