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Em Brasília, Eduardo Japonês quer eliminar pendências que impedem repasses de R$ 90 milhões em obras

07 de Junho de 2018

Recursos foram capitalizados pelo senador Ivo Cassol nos anos de 2011 e 2014 junto ao Ministério das Cidades com objetivo de atender a três contratos para melhoria de infraestrutura da cidade

Nem mesmo tomou posse Eduardo Japonês (PV), vencedor da eleição suplementar de Vilhena, neste último domingo (3), esteve no gabinete do senador Ivo Cassol (Progressistas-RO) em Brasília, acompanhado do deputado Luiz Cláudio (PR-RO), para agradecer o apoio do senador e do deputado nas eleições municipais e pedir a liberação de cerca de R$ 90 milhões de reais para obras na cidade de Vilhena.

Estiveram no Ministério das Cidades com o diretor de repasses a projetos, Geraldo Melo Correa, que orientou o novo prefeito sobre a correção que deverá ser feita para a liberação dos recursos.

Os recursos foram capitalizados pelo senador Ivo Cassol nos anos de 2011 e 2014 junto ao Ministério das Cidades com objetivo de atender a três contratos para melhoria de infraestrutura da cidade. Um dos contratos é de R$ 24.753.885,63 milhões de reais que está em execução para Drenagem Pluvial Urbana, outro no valor de R$ 50 milhões de reais para implantação do sistema de esgotamento sanitário no perímetro urbano da sede municipal e o último contrato no valor de R$ 34.600.816,00 de reais, para ampliação e readequação do sistema de abastecimento de água, que irão dar uma melhor qualidade de vida dos vilhenenses.

 

Senador Cassol parabenizou o povo de Vilhena em nome do Eduardo Japonês, o novo prefeito de Vilhena que veio para Brasília correr atrás de recursos da união que nós defendemos na época com Carlos Magno e hoje com o deputado Luiz Cláudio. “São quase R$ 90 milhões de reais que estão pendentes, estão parados e não é justo um recurso a fundo perdido não ser usados por falta de gestão, por falta de tirar as pendências que tem nos projetos e contemplar a população de Vilhena. Se não tirar as pendências vai ocorrer o risco igual o que aconteceu em Porto Velho, na gestão do ex-governador Confúcio Moura. Foram tão incompetentes que perderam praticamente R$ 600 milhões de reais que deveria ser investidos pela Caerd e hoje Porto Velho está faltando saneamento básico e água tratada e não quero que aconteça o mesmo com a cidade de Vilhena”. Concluiu.

 

Fonte: Assessoria

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