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Contrato de vigilância em escolas não será renovado

08 de Agosto de 2013

 

 

 A Secretaria de Educação de Rondônia (Seduc) confirmou que não irá renovar o contrato com as empresas de vigilância que prestam serviços nas escolas públicas do estado, a partir de outubro deste ano. Os 2,5 mil vigilantes que monitoram as escolas protestaram em diversos municípios contra a medida e, pelo menos 25% da categoria já teve o contrato rescindido.


A medida, segundo a secretária da Seduc Isabel Luz, tem o objetivo de reduzir as despesas do estado em pelo menos 60%. Atualmente, os gastos com os contratos de vigilância giram em torno de R$ 57 milhões. Um outro método já está sendo analisado para monitorar e manter a segurança nas escolas.

"Há sim uma pressão por parte dos empregados que esperam por uma resposta, mas não tenho o que falar para eles. Nós contramos um serviço, e todo serviço tem um começo e um fim", ressalta a secretária da Seduc.

De 2,5 mil trabalhadores da área, 25% já tiveram os contratos rescindidos pela Seduc. Os contratos de vigilância do estado foram feitos com três empresas que prestam serviço em 419 escolas e três prédios públicos em todo o estado. Os contratos iniciaram em 2010, a partir de uma licitação com vencimento em outubro deste ano, e a secretaria confirmou que não haverá renovação.

Levantamento de recursos e valores estão sendo realizados para a instalação de um sistema de vigilânica eletrônica com câmeras nas instituições de ensino. "As escolas mesmo irão comprar as câmeras de segurança, que irão pagar este monitoramente através do recurso que elas já recebem. A secretaria dará suporte financeiro a estas escolas a medida que elas forem precisando, porque este recurso que elas recebem já é para isso, para manutenção, equipamentos", completa Isabel Luz.

De acordo com Paulo Tico Floresta, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Rondônia, a categoria não sabe como ficará a situação dos trabalhadores e não tem perspectiva de recebimento das verbas rescisórias.

Sidnei Cleiton é vigilante e faz parte da lista dos que serão demitidos, pensando nos três filhos que tem para criar, Sidnei já está a procura de um novo emprego. Sua maior preocupação é com relação a data que seu contrato será cancelado. "Meu emprego de vigilante é uma renda muito importante para mim e para minha família, ninguém pensou na gente, nos vigilantes que vão ficar sem emprego", diz Cleiton.



Fonte: G1

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