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Defesa Civil Estadual descarta remoção de moradores de Abunã

14 de Março de 2014

A  Coordenação Estadual da Defesa Civil esclareceu nesta quinta-feira (13) que não tem fundamento a notícia de que todos os moradores do distrito de Abunã serão transferidos para Porto Velho em decorrência da enchente do Rio Madeira. Segundo o oficial de comunicação do Corpo de Bombeiros, tenente coronel Demargli Farias, o que há de verdadeiro são estudos feitos para alojar os moradores que eventualmente sejam atingidos pela inundação. “Mas as famílias só serão removidas de suas casas se houver necessidade e serão mantidas em áreas seguras da própria região em que vivem”,  destacou o oficial.

A Defesa Civil Estadual contabiliza até o momento 2.478 famílias atingidas diretamente pela enchente em Porto Velho, que são as que tiveram suas moradias inundadas e precisaram ser alojadas em outros locais. Destas, 800 famílias estão em abrigos providenciados pela Defesa Civil.  As demais, ou procuraram locais mais seguros para morar, mas em suas próprias comunidades, ou nas casas de amigos ou familiares. Estes números equivalem a pouco mais de 12.300 pessoas.

A assistência às  famílias que estão em abrigos providenciados pela Defesa Civil é prestada por 162 pessoas do Corpo de Bombeiros, Exército, Defesa Civil, secretarias municipais de educação e administração, bombeiros civis e voluntários, que se revezam em turnos regulares, ou de acordo com a demanda.

Nas localidades do baixo rio Madeira, 596 famílias estão afetadas diretamente pela enchente por um efetivo de 154 pessoas, que utilizam principalmente lanchas nos deslocamentos. Segundo balanço da Defesa Civil Estadual, todas as demandas são atendidas conforme apresentadas, sobretudo no que se refereà alimentação, serviços médicos e alimentação.

 

BR 364

Na região definida como Eixo da BR 364, que inclui os distritos de Jacy-Paraná, Abunã e Fortaleza do Abunã, há 60 famílias em abrigos oficiais e 143 que se mudaram para casas de parentes ou amigos durante a enchente.

No município de Nova Mamoré 56 famílias foram removidas de suas casas por homens do Exército. Apenas 15 foram para abrigos públicos. Há 100 pessoas, oriundas do Corpo de Bombeiros, Exército e Prefeitura Municipal atuando no socorro e assistências a estas pessoas com cestas básicas, água potável, medicamentos e material de higiene.

 

Guajará Mirim 

No município de Guajará Mirim não há registros de famílias desabrigadas ou desalojadas, mas 50 residências foram danificadas pela ação das águas. Em razão da queda de operações no porto local, 150 estivadores estão sem trabalho. A assistência é feita por uma equipe de 96 pessoas, entre as quais estão bombeiros, militares do Exército, secretarias municipais e voluntários.

 

 

Guajará-Mirim

 

Jaci Paraná

 

Texto: Nonato Cruz
Fotos: Ésio Mendes e Marcos Freire
Decom – Governo de Rondônia

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